quarta-feira, 7 de agosto de 2013

Conceito Neuroevolutivo Bobath

Olá, pessoal! Nesse post vou falar um pouquinho do Conceito Neuroevolutivo Bobath. Em um futuro segundo post vou trazer evidências do Bobath discutindo alguns artigos científicos.

Na década de 40, os alemães Berta Bobath (fisioterapeuta) e o seu esposo Karl Bobath (neuropediatra) desenvolveram um conceito que é utilizado até hoje no tratamento de crianças com paralisia cerebral e em algumas desordens neurológicas.  Juntos esse casal viajou todo o mundo a fim de ensinar e deflagrar a técnica criada. Eles receberam diversos prêmios e honras pelo seu trabalho inédito e inovador. Faleceram no ano de 1991 (BOBATH CENTRE, 2013).


O conceito do tratamento neuroevolutivo bobath é baseado no reconhecimento da importância de dois fatores:

sábado, 27 de julho de 2013

Tay-Sachs: Um Relato de Caso

Tay-Sachs é uma doença hereditária causada por uma mutação de um gene. Os indivíduos que apresentam este gene defeituoso não apresentam uma enzima importante, designada por hexosaminidasa A (HEXA), que combate a formação de um tipo de gordura chamada gangliosídeo GM2. Como resultado, a gordura se acumula no cérebro e, eventualmente, causa dano as células nervosas

segunda-feira, 22 de julho de 2013

Diário de uma Fisioterapia Residente (2)


Como havia esclarecido, residência é uma modalidade de ensino, e por este motivo não apresenta apenas carga horária prática. Os Programas de Residência Multiprofissional em Saúde e em Área Profissional da Saúde devem ser desenvolvidos com 80% da carga horária total sob a forma de atividades práticas e com 20% sob forma de atividades teóricas ou teórico-práticas.

Os Programas de Residência Médica não diferem muito, pois são desenvolvidos com 80 a 90% da carga horária, sob a forma de treinamento em serviço, destinando-se 10 a 20% para atividades

quarta-feira, 17 de julho de 2013

Dor: Nosso Quinto Sinal Vital

A dor é a mais universal e antiga forma de alerta do corpo humano e afeta em média 40 milhões de brasileiros. De acordo com a Associação Internacional para Estudos da Dor (IASP), é definida como "uma experiência sensorial e emocional desagradável associada a um dano real ou potencial dos tecidos, ou descrita em termos de tais lesões". É algo totalmente subjetivo e pessoal. Alguns profissionais da área da saúde afirmam que a dor é o nosso quinto sinal vital. Bem, com absoluta

domingo, 7 de julho de 2013

Roupas (Compressivas)

Que roupas e acessórios em geral sempre foram alvo de grande consumo por todas os gêneros e classes, isso ninguém tem dúvidas, mas que elas agora fazem parte de um planejamento quando se pensa em praticar atividade física e melhorar o desempenho e sua recuperação muscular isso é novidade!!!
Comecei a perceber nas ruas, academias e em grandes eventos esportivos o uso, mais comum entre corredores e atletas de outros esportes, de meias, polainas, bermudas, leggings e até camisetas de compressão. Esse tipo de acessório teve sua grande vitrine em 2003, na Maratona de Londres, quando a maratonista inglesa Paula Radcliffe bateu o

domingo, 16 de junho de 2013

Neurônios Espelho – Das Implicações Teóricas à Clínica (2)


Como eu havia dito na postagem anterior (Neurônios Espelho (1)) falaremos um pouco sobre a terapia de espelhos na prática clínica, mais precisamente em pacientes hemiplégicos/hemiparéticos e na dor no membro fantasma.

Como foi mencionado no post anterior (link) a terapia de espelho pode ser utilizada no paciente após Acidente Vascular Encefálico (AVE) ou em hemiparesias/ hemiplegias, pois irá proporcionar um feedback visual positivo que concorrerá contra o feedback visual negativo gerado no início do quadro clínico na hemiplégia/hemiparesia pela não possibilidade de movimentação do membro afetado. Eu já realizei uma pesquisa sobre esse tema e algumas perguntas sempre apareciam, por exemplo: Pode ser utilizado em pacientes com quadro clínico agudo e crônico? Vai ter o mesmo efeito?

sábado, 8 de junho de 2013

Pesquisa Científica – Algumas Definições, Explicações e Pontos de Vista

Bem, tenho que ser sincero ao dizer que até o terceiro ano de faculdade eu não sabia a diferença, por exemplo, entre a pesquisa básica e aplicada, aliás, eu não fazia ideia do que era pesquisa básica e conhecia muito pouco da pesquisa científica em si. Então, nesse post vou definir e explicar algumas coisas relacionadas à pesquisa.

Dentre diversas definições do o que é a pesquisa achei essa mais interessante: “Pesquisa científica é um conjunto de procedimentos sistemáticos, baseados no raciocínio lógico, que tem por objetivo encontrar soluções para os problemas propostos mediante o emprego de métodos científicos” (Andrade, 2001).  Em minha opinião, a pesquisa científica além de proporcionar a elucidação de algumas perguntas e hipóteses também nos deixa mais curiosos sobre o que nós fazemos em nossa prática clínica, por exemplo. Não poderia fugir desse ponto. Sou fisioterapeuta e sei que em minha profissão